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Pesquisas mostram cenários diferentes na disputa pelo Governo da Bahia

garcezpv
há 17 horas
2 min de leitura

Atualizado: há 16 horas

A disputa pelo Governo da Bahia apresenta cenários distintos nas pesquisas eleitorais divulgadas nas últimas semanas. Os levantamentos de diferentes institutos mostram variações relevantes entre os dois principais candidatos, ACM Neto (União Brasil) e Jerônimo Rodrigues (PT).

Séculus/CBN Salvador

A pesquisa mais recente entre as aqui apresentadas foi divulgada em 16 de setembro. No cenário estimulado de primeiro turno, registrou:

ACM Neto — 47,23%Jerônimo Rodrigues — 35,44%

Ronaldo Mansur aparece com 0,59%, Aroldo Félix com 0,26%, Maria Bona com 0,13% e Ariel Capistrano com 0,07%. Nenhum/branco/nulo somam 9,84%, enquanto 6,45% não souberam ou não opinaram.

O Instituto Séculus entrevistou 1.535 eleitores em 72 municípios, entre 10 e 15 de setembro. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

Registro: BA-00478/2026.

Real Time Big Data

Poucos dias antes, o Real Time Big Data apresentou um cenário diferente e mais apertado:

Jerônimo Rodrigues — 45%ACM Neto — 44%

Ronaldo Mansur e José Estevão aparecem com 1% cada; outros candidatos somam 1%. Brancos e nulos representam 5%, enquanto 3% não souberam ou não responderam.

Foram entrevistados 1.600 eleitores, entre 4 e 8 de setembro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

Registro: BA-01568/2026.

AtlasIntel/A Tarde

Já o levantamento AtlasIntel/A Tarde, realizado entre 28 de agosto e 2 de setembro, também apontou uma disputa apertada. Em um cenário de eventual segundo turno, foram registrados 49,2% para ACM Neto e 48,6% para Jerônimo Rodrigues.

A AtlasIntel entrevistou 1.804 pessoas e informou margem de erro de 2 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.

Registro: BA-08891/2026.

Pesquisas são fotografias do momento

Os resultados mostram por que pesquisas de institutos diferentes não devem ser comparadas como se fossem uma única sequência. Período das entrevistas, composição da amostra, método de coleta e formulação das perguntas podem produzir resultados diferentes.

Pesquisa eleitoral também não é previsão do resultado das urnas. Ela registra as respostas da população pesquisada naquele período, dentro da metodologia e da margem de erro declaradas.

Com a aproximação das eleições, novos levantamentos poderão mostrar se essas diferenças entre os institutos permanecem ou se haverá convergência nos números.

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